Ensino ou faço de conta que ensino?

por - outubro 21, 2017


Em todos os cantos e cantinhos há pessoas. 
Seres que fazem a travessia da existência, compartilhando "os quês" dos seus dias. Na dor, a lágrima e o abraço de fé. Na alegria, o riso, a celebração. 
Cada um transportando os enredos emocionais passados e presentes, ansiando por um olhar de aprovação e de Amor

Em todos os cantos e cantinhos de uma escola há pessoas.
Pessoas que fazem juntas a viagem pelas salas de aula e pelos intervalos, compartilhando "os quês" dos seus dias. Na dor, a lágrima e o abraço de fé. Na alegria, o riso, a celebração. 
Cada um transportando nas mochilas os enredos emocionais, passados e presentes, ansiando por um olhar de aprovação e de Amor

- Em todos os cantos e cantinhos da mente há Sistemas (construções mentais que oferecem ao ser humano a ideia ilusória de controlo da existência) que, dizem, é obrigatório respeitar, cumprir, seguir... mas como poderei eu valorizá-los se em nada respeitam a minha Verdade mais profunda?
- Que valor pode ter um sistema (educativo ou outro) que crie uma norma de conduta que todos os seres humanos têm de cumprir para serem aceites e valorizados?
- Que valor pode ter um sistema que fomente a comparação entre seres iguais na humanidade e diferentes na essência?
- Que valor pode ter um sistema que reduz um ser humano a uma classificação numérica?
- Que valor pode ter um sistema  que despreze a unicidade e talentos de cada um? 

Afinal, por onde anda o Amor?Por onde anda a Paz? Por onde anda o Prazer? Por onde anda a Liberdade? Por onde anda a Alegria? Estes, sim, são os elementos-chave de uma aprendizagem real e significativa. Sem isso, lamento, mas apenas faço de conta que ensino qualquer coisa...




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